“A solidão em si é muito relativa. Uma pessoa que tem hábitos intelectuais ou artísticos, uma pessoa que gosta de música, uma pessoa que gosta de ler nunca está sozinha. Ela terá sempre uma companhia: a companhia imensa de todos os artistas, todos os escritores que ela ama, ao longo dos séculos.”
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Carlos Drummond de Andrade. (via
acalant-o)
“Você sabe. Acho que sempre soube. Eu tinha medo de gostar de alguém, de me envolver, de me mostrar sem disfarces. Amar dá um medo danado. De perder a liberdade, a identidade, de se machucar, de não saber mais voltar”
“Se não fossem as minhas malas cheias de memórias, ou aquela história que faz mais de um ano. Não fossem os danos, não seria eu.”
“Eu não acredito nas pessoas, eu acredito nas evidências. Pessoas mentem, evidências não.”
“Eu tenho vontade de matar as pessoas que colocam TUDO no facebook, exemplos: “Aiii porque você me deixou? Estou triste!”, “Feliz porque ele me ama!”, “Eu não quero mais você!”, “Minha mãe brigou comigo!”, “Meu peixe morreu!”… Etc. Eu tenho vontade de esfregar a cara delas no chão. Tem que sofrer muito minha filha, tem que ser largada por um milhão de homens e vê se aprende que amor não se implora. Vê se aprende que se ele gosta, uma frase no facebook não significa nada. Vê se aprende que se ele não gosta, você pode escrever até o RG dele no seu mural, ele nem vai ter a capacidade de ler. Aprende. Aprende. Aprende que dói menos.”
“Não gosto de ser uma pessoa fria, de ignorar meus sentimentos ou fazer pouco caso de quem eu quero bem. Mas, tenho que admitir, dói muito menos ser assim.”